A Massive Entertainment, desenvolvedora de World In Conflict, redefiniu os conceitos de jogos de estratégia em tempo real ao lançar World in Conflict: o jogo não exige extração de matéria-prima, como a maioria dos títulos do gênero. Ao contrário, é pura tática e ação, e isso foi a chave de seu sucesso.
Uma mescla entre jogos como Battlefield e RTS (Real Time Strategy, ou estratégia em tempo real), World in Conflict colocava o jogador num cenário também raro: ao invés dos EUA atacarem algum país, a guerra no jogo se dá dentro do território estadunidense.
O jogo se passa em 1980, mas os ânimos esquentaram um pouco mais na União Soviética, que decidiu botar a Guerra Fria para ferver, invadindo o território de seus arquiinimigos capitalistas.
Agora, após um bom tempo de espera, World In Conflict volta aos PCs com Soviet Assault, uma expansão que virá com o jogo completo, oferecendo uma campanha focada no lado soviético da guerra, além de muitos “brinquedinhos” para se usar nas partidas multiplayer.
Segundo o designer-chefe do projeto, Magnus Jansén, a equipe teve um cuidado muito grande com o enredo da campanha soviética já que, quando World in Conflict foi lançado, a visão extremamente estadunidense que o jogo apresentava foi uma das principais críticas de fãs e da mídia.
O jogo já deveria ter sido lançado, mas em 2008, a união entre a Vivendi-Sierra e a Activision, duas gigantes do mundo dos games ocasionou a venda do estúdio Massive Entertainment, paralisando o projeto por alguns meses.
Entre as adições, estão a disponibilidade de jogar as missões do jogo original a partir da perspectiva soviética e também a inserção de um novo modo de dificuldade, o Very Hard, que visa instigar os jogadores a repetir as missões do jogo original.
Entre as novas unidades, estão tanques T-80 e uma bateria de canhões de artilharia de 203mm, armamentos utilizados pelos soviéticos na época. Além disso, foram feitas modificações no modo multiplayer do jogo, e o interessante é que elas são baseadas nas opiniões dos fãs.
Entretanto, todas elas são voltadas para o aproveitamento do jogo. Não existem modos de jogo novos ou nada do gênero, apenas maiores facilidades na hora de jogar seu modo multiplayer.
O jogo se passa em 1980, mas os ânimos esquentaram um pouco mais na União Soviética, que decidiu botar a Guerra Fria para ferver, invadindo o território de seus arquiinimigos capitalistas.
Agora, após um bom tempo de espera, World In Conflict volta aos PCs com Soviet Assault, uma expansão que virá com o jogo completo, oferecendo uma campanha focada no lado soviético da guerra, além de muitos “brinquedinhos” para se usar nas partidas multiplayer.
Segundo o designer-chefe do projeto, Magnus Jansén, a equipe teve um cuidado muito grande com o enredo da campanha soviética já que, quando World in Conflict foi lançado, a visão extremamente estadunidense que o jogo apresentava foi uma das principais críticas de fãs e da mídia.
Entre as adições, estão a disponibilidade de jogar as missões do jogo original a partir da perspectiva soviética e também a inserção de um novo modo de dificuldade, o Very Hard, que visa instigar os jogadores a repetir as missões do jogo original.
Entre as novas unidades, estão tanques T-80 e uma bateria de canhões de artilharia de 203mm, armamentos utilizados pelos soviéticos na época. Além disso, foram feitas modificações no modo multiplayer do jogo, e o interessante é que elas são baseadas nas opiniões dos fãs.
Entretanto, todas elas são voltadas para o aproveitamento do jogo. Não existem modos de jogo novos ou nada do gênero, apenas maiores facilidades na hora de jogar seu modo multiplayer.
Ainda não foi anunciado o dia exato do lançamento do jogo, mas a Massive Entertainment garante que Soviet Assault chegará às lojas ainda em março deste ano. Resta esperar.
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