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sábado, 21 de março de 2009

NOVA ORTOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA EM VÍDEO

O que mudou com a reforma ortográfica da língua portuguesa explicado em vídeo pelo Professor Pasquale Cipro Neto.

Imperdível!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Cd Jurídico 2009 - Ed Rideel



Conteúdo do CD

• Códigos e Legislação Complementar

• Modelos de Contratos e Petições

• Principais Prazos na Legislação Pátria

• Expressões em Latim

• Dicionário Jurídico

• Dicionário da Língua Portuguesa

• Seção OAB – Advocacia, contendo o Estatuto da Advocacia, seu Regulamento Geral, o Código de Ética e Disciplina, os Exames da OAB-SP (31 últimos) e a Tabela de Honorários Advocatícios da OAB-SP

• Links para mais de 300 sites

• Entrevista com o Dr. Raimundo Cezar Britto Aragão, Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

• Minimanual de Monografia Jurídica.

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sábado, 14 de março de 2009

Dicas para se fazer uma boa dissertação


Goiás Educação
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CONCEITO: Dissertar é expor idéias, é apresentar juízos, é argumentar, assumindo ou não uma posição em relação a um assunto.

Nesse sentido, podemos ter dois tipos de dissertação:

1. DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA - É aquela que apresenta uma abordagem crítica sobre determinado assunto. É a defesa do ponto de vista de quem escreve.


2. DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA - É aquela que aborda uma verdade indiscutível. É a exposição de idéias sem tomar uma posição sobre elas. Tem apenas a intenção de informar.

ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO

INTRODUÇÃO: É a apresentação do assunto a ser desenvolvido; É a tese, a idéia inicial, sem muitas explicações.

DESENVOLVIMENTO: É a elaboração discursiva da INTRODUÇÃO. É a justificativa da idéia inicial, com a apresentação de mais detalhes, exemplos, citações, etc.

CONCLUSÃO: É a síntese do DESENVOLVIMENTO. Retomada da idéia inicial, com a apresentação de um resumo do que foi exposto ou argumentado no DESENVOLVIMENTO.

CUIDADOS PRELIMINARES

1. Ler atentamente o tema, procurando entender perfeitamente o que é pedido, e se o valor das palavras que compõem o tema é conotativo (figurado) ou denotativo;

2. Conhecer o tema a ser desenvolvido. Nesse sentido, a leitura permanente de bons livros, jornais e revistas é fundamental;

3. Delimitar o assunto. Partindo de um tema aberto, amplo, procurar restringi-lo a um de seus aspectos, tornando-o assim um tema fechado, restrito.

Exemplo:

ASSUNTO = "Carnaval" = tema aberto, amplo, abrangente; "A Nudez no Carnaval" = tema fechado, específico, delimitado.

4. Refletir sobre o tema. Procurando analisar o ponto de vista assumido, sua forma e suas variantes;

5. Planejar a elaboração de cada etapa da estrutura dissertativa (INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO);

6. Fazer um esboço, um rascunho inicial, no qual geralmente são feitas diversas alterações antes de se redigir o texto final;

7. Procurar redigir sempre na 3ª pessoa do singular ou do plural, ou ainda, na 1ª do plural para tornar o texto mais impessoal, evitando, dessa forma, expressões do tipo "na minha opinião...", "eu penso que...", "eu acho que...", etc.;

8. Procurar desenvolver uma habilidade e um estilo de expressão próprios;

9. Manter sempre objetividade e clareza na abordagem do tema;

10. Escolher, logo de início, um título bem adequado que servirá de guia, de orientação para o perfeito desenvolvimento do assunto a ser abordado. O título, na realidade, deve ser a síntese do assunto proposto pelo tema.

EVITAR NUMA DISSERTAÇÃO

1. Após o título de uma redação não coloque ponto;

2. Ao terminar o texto, não rabisque ou 'autografe' a folha de redação;

3. Prefira usar palavras de língua portuguesa a estrangeirismos;

4. Procure não usar chavões, provérbios, ditos populares ou frases feitas;

5. Não faça perguntas que não de questionamentos ou retóricas em seu texto;

6. Jamais usar a primeira pessoa do singular, a menos que haja solicitação do tema (Ex.: O que você acha sobre o aborto - ainda assim, pode-se usar a 3ª pessoa);

7. Evite usar palavras como "coisa" e "algo", por terem sentido vago. Prefira: elemento, fator, tópico, índice ou item;

8. Repetir muitas vezes as mesmas palavras empobrece o texto. Lance mão de sinônimos e expressões que representem a idéia em questão;

9 Evite o uso de etc. e jamais abrevie palavras;

10. Não analise assuntos polêmicos sob apenas um ponto de vista. Discorra sobre os dois pontos e posicione-se na conclusão (atenção à imparcialidade);

11. Caso o tema seja composto, procure discorrer sobre os dois ou mais aspectos dele, enfatizando, no entanto, aquele que é fundamental para o desenvolvimento do seu raciocínio;

12. Iniciar o texto com expressões que indiquem tempo ("Hoje em dia", "Atualmente", "Nos dias de hoje", etc.) sem que haja uma necessidade de se situar temporalmente nele devido ao tema.

CORREÇÃO DO TEXTO

Principais cuidados que devem ser tomados ao término da dissertação:

1. ADEQUAÇÃO: Verificar se o texto está adequado ao tema e à modalidade propostos;

2. COERÊNCIA: Observar se houve um começo, meio e fim coerentes e seqüenciais, de acordo com a tese defendida;

3. CLAREZA: Entendimento perfeito das idéias expostas, sem a presença de ambigüidades. Para isso, tomar cuidado com a parte gramatical;

4. COESÃO: Organização lógica das frases, dos parágrafos e do texto como um todo.

Algumas palavras e expressões facilitam a ligação entre as idéias, estejam elas num mesmo parágrafo ou não. Não é obrigatório, entretanto, o emprego destas expressões para que um texto tenha qualidade. Seguem algumas sugestões e suas respectivas relações:

* assim, desse modo - têm valor exemplificativo e complementar. A seqüência introduzida por eles serve normalmente para explicitar, confirmar e complementar o que se disse anteriormente.
* ainda - serve, entre outras coisas, para introduzir mais um argumento a favor de determinada conclusão; ou para incluir um elemento a mais dentro de um conjunto de idéias qualquer.
* aliás, além do mais, além de tudo, além disso - introduzem um argumento decisivo, apresentado como acréscimo. Pode ser usado para dar um "golpe final" num argumento contrário.
* mas, porém, todavia, contudo, entretanto... (conj. adversativas) - marcam oposição entre dois enunciados.
* embora, ainda que, mesmo que - servem para admitir um dado contrário para depois negar seu valor de argumento, diminuir sua importância. Trata-se de um recurso dissertativo muito bom, pois sem negar as possíveis objeções, afirma-se um ponto de vista contrário.
* este, esse e aquele - são chamados termos anafóricos e podem fazer referência a termos anteriormente expressos, inclusive para estabelecer semelhanças e/ou diferenças entre eles.

MODELO SIMPLIFICADO DE UMA REDAÇÃO DISSERTATIVA

ASSUNTO: Opinião. TEMA (DELIMITAÇÃO DO ASSUNTO): Direito de expor sua opinião. Existe ou não este direito?

TÍTULO: UMA NECESSIDADE HUMANA.

INTRODUÇÃO: Apresentação da tese com seus argumentos.

ARGUMENTOS PARA SER DESENVOLVIDOS: - Necessidade de expor suas idéias, ou seja, é inerente ao ser humano a condição de dizer o que pensa;

- Superação do interlocutor, ou seja, numa discussão, é a tentativa de convencer a pessoa com quem se dialoga de que você está certo;

Exemplo de Introdução:

"Como todo ser humano, emitimos nossas opiniões, sendo ou não solicitados, uma vez que a necessidade de expor nossas idéias é uma constante, além de nos sentirmos com a sensação de que sobrepujamos eventuais interlocutores."

Exemplo de Desenvolvimento:

"Percebermo-nos capazes de abordar qualquer assunto, independente da convicção que tenhamos sobre ele, alimenta-nos o ego, resgatando a própria imperfeição humana. Reconhecermo-nos aptos para toda discussão, confere-nos o poder, visto que o homem precisa dele para se sentir forte.

Não menos verdade é a satisfação de superarmos aquele de quem discordamos, não nos importando para isso quais recursos utilizemos, pois nos oferece a vitória e o poder, dominando o oponente pela nossa capacidade de persuasão. Entregamo-nos, então, uma medalha de autoconhecimento, o que nos alimenta substancialmente."

Exemplo de Conclusão:

"Dessa forma, é sempre muito importante termos uma opinião, pois através dela, não só suprimos uma grande necessidade que sentimos, como também vemos prostrado aquele que nos ousou desafiar."

Exemplo de uma péssima redação, na verdade, um amontoado de chavões:

Hoje em dia, no mundo em que vivemos atualmente, está cada vez mais difícil viver em paz. As pessoas estão mais preocupadas em ter do que em ser, pois vivemos num capitalismo selvagem que não nos mostra saídas. E o que é pior, o rico fica cada vez mais rico e o pobre, cada vez mais pobre. É a lei do mais forte.

Assim, não se pode mais conversar com as pessoas tranquilamente, como se fazia antigamente, pois as pessoas estão frias e impassíveis diante da situação.

Portanto, o que resta é apenas acreditar em Deus, porque no homem já não dá mais. A violência, a educação, a insegurança, os políticos, tudo está difícil de conviver. Isso sempre nos leva a perguntar: que país é esse?

Concluindo, as pessoas têm que se conscientizar, não julgar o próximo porque ele pode nos dar a mão no momento em que mais precisamos. É dando que se recebe.

Fonte: www.colegiobase.com.br

Trabalho do cientista da computação está espalhado por toda parte

São eles que desenvolvem e mantêm a tecnologia a que temos acesso.
Um dos maiores exemplos é a ferramenta de busca na internet.

O trabalho deles está por toda parte: em casa, na escola, no trabalho, nos bancos, nos locais públicos, enfim, por todo lado. São eles os responsáveis por desenvolver e manter boa parte da tecnologia a que temos acesso, mas quase ninguém se dá conta disso. Graduados em ciências da computação, esses profissionais são o tema do Guia de Carreiras do G1 desta terça-feira (24).

Foto: Divulgação
Alunos do curso de ciência da computação da UFMS (Foto: Divulgação)

O objetivo dos cursos de ciências da computação é formar profissionais capacitados para atuar desde a concepção de um algoritmo (como uma receita de bolo para resolver um problema de informática) até a criação e administração de um software.

De forma mais simples, o cientista da computação é um criador de softwares (conjunto de produtos que inclui os programas para computadores e manuais, especificações, etc.). Ao lado do engenheiro da computação e do bacharel em sistemas de informação ou análise de sistemas, o cientista da computação promove a migração de métodos manuais de trabalho para a informatização e a automação.

Como a formação é bastante ampla, as áreas de atuação são muito variadas. O cientista da computação pode trabalhar com tecnologia agrícola, jogos eletrônicos, tecnologia para celulares, equipamentos eletrônicos e bancos de dados, entre outras áreas. "Ele não é um simples programador. Ele tem uma visão muito mais ampla do que é a computação, por isso desenvolve atividades mais específicas, que vão do hardware ao software", disse o professor Hermano Perrelli, vice-diretor do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Um bom exemplo de trabalho desenvolvido por um cientista da computação é a ferramenta de busca do Google. "Um site de buscas está embasado em uma sólida formação teórica da computação. Olhe para a busca do Google. Você digita uma palavra e em centésimos de segundos a busca está concluída. Agora pense na arquitetura que está por trás disso, pense no conjunto de coisas que permite ao usuário digitar uma palavra e aparecer várias coisas relacionadas com uma velocidade muito grande. Isto é trabalho de um cientista da computação", explicou Edson Norberto Cáceres, diretor de educação da Sociedade Brasileira de Computação e professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Aptidão por ciências exatas

Antes de escolher a carreira ciências da computação, o vestibulando precisa estar ciente de que o curso é muito mais do que ter afinidade com jogos, MP3 ou computadores. "A formação básica é composta essencialmente por lógica e matemática pura. É preciso ter habilidade com ciências exatas. Se o candidato não souber entender uma regra de três, por exemplo, ele não vai conseguir levar o curso", disse a professora Renata Pontin de Mattos Fortes, coordenadora do curso de ciências de computação da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Renata, os dois primeiros anos do curso de ciência da computação possuem muitas disciplinas que envolvem matemática, cálculos, geometria, álgebra e lógica, o que muitas vezes pode assustar os alunos. "Tem muitos alunos que se decepcionam com o curso porque achavam que iam chegar na faculdade e fazer joguinhos", disse.

Geralmente, só depois do terceiro ano é que os futuros cientistas da computação terão contato com as disciplinas mais específicas do curso, que inclui formulação de projetos, linguagem de programação, engenharia de software, banco de dados, inteligência artificial, arquitetura de computadores, multimídia, computação gráfica, rede e sistemas, etc.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Obras Literárias UEG 2010/1 e 2010/2

RELAÇÃO DAS OBRAS LITERÁRIAS DE LEITURA OBRIGATÓRIA PARA OS
PROCESSOS SELETIVOS DA UEG
2010/1 e 2010/2
A Universidade Estadual de Goiás, por meio do Núcleo de Seleção comunica que as
obras literárias indicadas para os Processos Seletivos 2010/1 e 2010/2 são:
1. ANDRADE, Carlos Drummond (e outros). Elenco de Cronistas Modernos
2. PRADO, Adélia. Bagagem
3. AZEVEDO, Álvares. Noite na Taverna
4. BARRETO, Lima. Os bruzundangas
5. ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó
6. JORGE, Miguel. Ah, Shakespeare, que falta você me faz!

Obras Literárias UFG 2010-1

Relação de Obras Literárias* – PS 2010-1
Livro dos homens - BRITO, Ronaldo Correia de
As primaveras - ABREU, Casimiro de
Memórias de um sargento de milícias - ALMEIDA, Manuel Antonio de
O demônio familiar - ALENCAR, José de
A confissão - CARNEIRO, Flávio
Nova antologia poética - SOUSA, Afonso Félix de

(*) OBS.: A Banca de Língua Portuguesa da UFG utilizará, na elaboração das provas para o Processo Seletivo 2010-1, a publicação mais recente dos livros das editoras indicadas.

domingo, 8 de março de 2009

15000 Questões de Concursos Públicos

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Obras Literárias PAS UnB 1ª etapa - provas 2009


Objetos de Avaliação da Primeira Etapa do Subprograma 2009: Primeira Etapa Subprograma 2009/2011-Versão aprovada na reunião de 3-10-2008-sob revisão lingüística.

Obras literárias:
- Discurso da servidão voluntária - La Boetie
- A alma encantadora das ruas - João do Rio
- A pele do lobo - Arthur de Azevedo
- Cartas Chilenas - Tomás Antônio Gonzaga
- Almanaque Brasil Socioambiental 2008

Obras Literárias PAS UnB 2ª etapa - provas 2009


Objetos de Avaliação da Segunda Etapa do Subprograma 2008: são os mesmos utilizados na Segunda Etapa do Subprograma 2007, com a retirada das obras "Dias e dias, de Ana Miranda, Mundo Sustentável, de André Trigueiro, e A Máquina, de Adriana Falcão" (Revisão das Obras que constituem os Objetos de Conhecimento do PAS).

Obras literárias:
- Germinal - Émile Zola
- Dom Casmurro - Joaquim M. M. de Assis
- O juiz de paz na roça - Martins Pena
- O discurso do método - René Descartes
- Alegoria da caverna - Platão

Obras Literárias PAS UnB 3ª etapa - provas 2009


Objetos de Avaliação da Terceira Etapa do Subprograma 2007: são os mesmos utilizados na Terceira Etapa do Subprograma 2006.

- Crepúsculo dos Ídolos - A filosofia a Golpes de Martelos - Nietzsche
- Critica da Razão Tupiniquim - Roberto Gomes
- Incidente em Antares - Érico Veríssimo
- O Manifesto Comunista - Marx e Engels
- Saber se cuidar - Leonardo Boff
- Vestido de Noiva - Nelson Rodrigues

Obras Literárias USP - Unicamp 2010


Unicamp e USP divulgam nova lista de livros unificada para o Vestibular 2010

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) e a Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgam a lista unificada de obras literárias que serão abordadas no Vestibular 2010. A nova lista sofreu alteração de três obras se comparada à relação de livros cobrada no vestibular anterior.

Para a realização do exame vestibular 2010, será exigida dos candidatos a leitura prévia e completa do texto das seguintes obras:

* Auto da barca do inferno - Gil Vicente;
* Memórias de um sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida;
* Iracema - José de Alencar;
* Dom Casmurro - Machado de Assis;
* O cortiço - Aluísio Azevedo;
* A cidade e as serras - Eça de Queirós;
* Vidas secas - Graciliano Ramos;
* Capitães da areia – Jorge Amado;
* Antologia poética (com base na 2ª ed. aumentada) – Vinícius de Moraes.


Na nova relação, deixaram de constar as seguintes obras indicadas no vestibular anterior: Poemas Completos de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), A rosa do povo – Carlos Drummond de Andrade e Sagarana – João Guimarães Rosa.

Esclarecimentos referentes à indicação da Antologia poética, de Vinicius de Moraes

Ao indicar a 2ª edição revista e aumentada, de 1960, como texto de referência da mencionada Antologia, teve-se em vista proporcionar aos candidatos o contato com uma seleção de poemas feita pelo próprio autor, o qual fixou, naquela data, o conjunto de poemas depois reproduzido, com alterações de pormenor, nas edições sucessivas da Livraria José Olympio Editora S.A., a partir de 1967. Posteriormente, nos anos de 1990, a mesma seleção passou a ser publicada pela editora Companhia das Letras, também com pequenas modificações. De todas essas edições, consta uma “Advertência” do Autor, na qual ele expõe seus critérios de seleção e o sentido que atribui ao conjunto.

Obras Literárias UFG 2009-2


As obras literárias para o Processo Seletivo 2009-2 da UFG continuam os mesmos do PS 2009-1. Veja a previsao de cursos para o PS 2009-2.

Relação das Obras Literárias do Processo Seletivo 2009(*)da UFG (Universidade Federal de Goiás):

O leopardo é um animal delicado, Rio de Janeiro, 1998, Marina Colassanti, Editora Rocco
Memorial de Aires - Machado de Assis - Editora Kelps
Melhores poemas, Olavo Bilac
Nova antologia poética - Afonso Felix de Sousa
A confissão - Flávio Carneiro
Tarsila - Maria Adelaide Amaral

(*) OBS.: A Banca de Língua Portuguesa da UFG utilizará, na elaboração das provas para o Processo Seletivo 2009, a publicação mais recente dos livros das editoras indicadas.

Obras Literárias UFG 2009-2


As obras literárias para o Processo Seletivo 2009-2 da UFG continuam os mesmos do PS 2009-1. Veja a previsao de cursos para o PS 2009-2.

Relação das Obras Literárias do Processo Seletivo 2009(*)da UFG (Universidade Federal de Goiás):

O leopardo é um animal delicado, Rio de Janeiro, 1998, Marina Colassanti, Editora Rocco
Memorial de Aires - Machado de Assis - Editora Kelps
Melhores poemas, Olavo Bilac
Nova antologia poética - Afonso Felix de Sousa
A confissão - Flávio Carneiro
Tarsila - Maria Adelaide Amaral

(*) OBS.: A Banca de Língua Portuguesa da UFG utilizará, na elaboração das provas para o Processo Seletivo 2009, a publicação mais recente dos livros das editoras indicadas.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Preview: PAS/UNB 1ª 2009 - O Homem que Calculava



Um livro envolvendo matemática e que vem sendo consumido com rara avidez há gerações, O HOMEM QUE CALCULAVA, de Malba Tahan, está sendo reeditado pela Editora Record. Com um novo projeto gráfico, atraente e moderno, o livro é definitivamente um sucesso.
A matemática recreativa apresentada no livro é, certamente, menos dolorosa que a fria e doutoral ensinada nos colégios. Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) conseguiu realizar quase que um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção e acertar. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso
O HOMEM QUE CALCULAVA é uma oportunidade para os aficcionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos da obra. Tahan narra a história de Bereniz Samir, um viajante com o dom intuitivo da matemática, manejando os números com a facilidade de um ilusionista. Problemas aparentemente sem solução tornam-se de uma transparente simplicidade quando expostos a ele. Gráficos facilitam ainda mais a leitura do livro. Uma pequena obra-prima da literatura infanto-juvenil.


Adquira já o livro Literatura para PAS/UNB 1ª 2008, contendo as análises das obras literárias indicadas.

Preview: UCG, UEG, Unievangélica e Fesurv 2009 - O Corpo



É uma obra que suscita uma ampla compreensão da existência, sua eficaz elaboração traz à luz aspectos essenciais referentes à carência de humanização do ser, motivando ní­veis variados de significado, característicos de seu projeto ficcional. Sua ví­vida alteridade faz reluzir sobre o visí­vel (o mundo natural) imagens densas do invisível (o universo ideal).
O autor dá-nos uma narrativa que consegue harmonizar a sensibilidade com o entendimento, elevando ao ápice as possibilidades ficcionais que extraem valores do mundo cotidiano que, sem a prerrogativa da arte, permaneceriam silenciados.
As múltiplas variações de O Corpo, como elemento predominante do conjunto da obra, instauram adequadamente a relação problemática existente entre a realidade empí­rica e sua alteridade ou entre a realidade e a imaginação, deixando evidenciar, assim, particularidades individuais de sua elaboração ficcional.

Preview: UFT 2009 - Auscultando a Vida



Em todos os contos há a figura do médico, exercendo sua profissão na adversidade de um contexto subdesenvolvido, porém com a convicção de estar cumprindo a sua função social. Este é o fio condutor da obra.
Na tessitura das narrativas o autor coloca na boca dos personagens a realidade contraditória, em que as pessoas praticam atos, ora de anjos, ora de demônios, numa clara demonstração de sua compreensão da realidade e da sua sabedoria. Explora com sobeja propriedade a linguagem de quem vive na aridez da pobreza, na seara da violência e no cruel analfabetismo — literal e político, o que confere maior realismo à obra.
Denuncia, de modo sutil e belo, a devastação da natureza, como no conto — O parto:

“Saímos, eu e o doutor, na ambulância veraneio e, na saída da cidade, entramos na mataria fechada, que naquele tempo era uma beleza. Tanta árvore frondosa, cipoeira, folhagens de variados tipos, flores da mata e orquídeas de várias cores.”

Assim procedendo, ausculta também o contexto em que ocorre a trama, mostrando as mazelas da sociedade, tornando, assim, a narrativa mais interessante e capaz de prender a atenção do leitor. É o caso do conto — Um tiro, na bestunta:

“ O delegado Bonifácio, tanto era preguiçoso, quanto obeso. Fora nomeado pelo famoso QI, não do que possuía, que deveria ser baixíssimo, mas do que Quem Indica, já que o costume da época era utilizar exclusivamente o critério de indicação política.”

Nestes e demais contos, Odir Rocha amarra-nos à beleza e à importância das coisas simples da vida e, ao mesmo tempo, da sua complexidade. Dessa forma, o autor nos faz pensar, comove-nos, leva-nos à indignação e nos diverte. E este é o verdadeiro papel do escritor.

Preview: UCG, UEG, Unievangélica e Fesurv 2009 - Bagagem



Apesar de escrever sonetos desde os 14 anos, Adélia Prado só publicou seu primeiro livro - ´Bagagem´ - em 1976, aos 40 anos e já mãe de cinco filhos. O motivo está na autocrítica que ela faz da sua obra: ´Tudo que escrevi até ´Bagagem´ não têm nenhum valor literário. São coisas que têm importância, para mim, afetiva, de um bom tempo da minha vida.´ Lido e recebido com empolgação por Carlos Drummond de Andrade - que indicou a publicação do livro - ´Bagagem´ foi escrito num entusiasmo de fundação e descoberta. Emoções que, para a autora, são inseparáveis da criação, ainda que nascidas, muitas vezes, do sofrimento. Os poemas também mostram sua profunda religiosidade, que pode nascer do impacto da leitura de um texto sagrado, de um olhar amorosos sobre um personagem ou da observação das coisas simples da natureza.

Preview: UCG, UEG, Unievangélica e Fesurv 2009 - A Festa


Brasil, anos 70. Jovens estudantes e jornalistas lutam pela liberdade. Um conflito na praça, uma festa entre quatro paredes, diálogos teatrais. Notícias de jornal, cortes de cinema e vídeoclip. Caos, desordem, mentira, sexo e dor. Uma história de amor. Este é o mais violento, erôtico e implacável livro de Ivan Angelo. Um romance cheio de emoção, deslumbrante em sua ousadia. Um clássico da literatura brasileira traduzido em vários idiomas, estudado nas faculdades de letras, adotado em vestibulares e selecionado pelo MEC como obra imprescindível em qualquer biblioteca. Uma lição de como escrever bem e ao mesmo tempo refletir sobre a condição humana e o destino de nosso país.

Preview: UFG 2009 - O Leopardo é um Animal Delicado


Nestes contos, Marina Colasanti volta a explorar os abismos da alma feminina. Embrenhando-se por florestas misteriosas, casas desertas, investigando o amor de um pastor por sua ovelha, a solidão de um ingênuo internauta, ou a espera de uma mulher por um homem que nunca vem, a autora exercita sua prosa delicada e sutil, oferecendo a seus leitores as amarguras e delícias da boa literatura.
Os contos deste livro diferem do estilo miniconto ao qual Marina se dedicou ao longo de três livros, desde Zooilógico. Em O leopardo é um animal delicado, a autora optou por um texto mais longo, mais alentado, que lhe deu espaço e tempo para compor histórias de muitas nuances, que demonstram o perfeito domínio da atividade literária. A narrativa é leve e insinuante, plena de sentimento e um verdadeiro convite à reflexão sobre a própria natureza da condição humana.
Hábil em explorar o feminino, Marina cria imagens sutis e poéticas, despe e revela lados inexplorados, secretos. Ela vai além das evocações de erotismo, afeto, ambigüidade do amor e da realidade cotidiana.
Para a autora, o leopardo não é um animal delicado, nem a delicadeza é a tônica do livro. A delicadeza está na forma, no cuidado com a escrita e com a delineação dos personagens. E o leopardo pode até ser um animal delicado, quando comparado à ferocidade humana. Pois é através da referência daquilo que cerca o homem que é possível referi-lo, e então defini-lo.

Preview: UFG 2009 - A Confissão


A confissão (2006), de Flávio Carneiro (Goiânia, 1962) é uma obra que oscila entre o romance fantástico e o romance de terror, agradando em cheio ao leitor moderno, por suas situações insólitas, pela ruptura com as noções canônicas de tempo e espaço e pela incansável fixação do inapreensível, do inusitado e do efêmero. O autor explora a violência em um lugar e tempo em que isso já não choca mais, já não produz mais objeção, frente à ausência de valores que norteiam a sociedade materialista e individualista da pós-modernidade. No plano da fabulação, um narrador anônimo seqüestra uma mulher e a leva para uma casa isolada, na qual a submete ao vexame de ouvir sua história. Ouçamos nós também.
Humberto Milhomem