Jogar videogame já foi considerado algo só de nerd antissocial. Uma pesquisa realizada pela Microsoft no Reino Unido, no entanto, mostra que isso mudou.

A Campanha "Play Smart, Play Safe", promovida pela empresa, entrevistou pais e filhos sobre o uso de videogame. O resultado mostra que 75% dos pais acham que há benefícios para os filhos e para a família no uso de videogames. É isso mesmo, para a família!
Há outros resultados interessantes: 61% dos pais concordam que games são uma ótima experiência social, 52% sentem que videogames ajudam a unir a família (olá, Wii) e 80% acham que os videogames são uma parte vital da diversão em casa (devem ter descoberto o Winning Eleven).
Sabem aquela classificação indicativa para os games? 73% dos pais responderam que conhecem isso. E mais: 94% sentem-se responsáveis por checar a classificação dos games que os filhos jogam (GTA é para maiores, alguém checou isso?).
Os filhos também se preocupam. 47% dos que responderam disseram achar que os pais não verificam o suficiente se os jogos são apropriados para sua idade. E mais: 69% querem que os pais sejam mais proativos para saber se os jogos são apropriados para eles (alô, pais!).
Sobre jogos online, 45% dos pais disseram preocupar-se com as pessoas que os filhos se relacionam online. Mas entre os filhos, 95% responderam que nunca encontraram nada que os preocupou ou assustou enquanto jogavam na internet.
Parece mesmo que o videogame está finalmente sendo reconhecido como parte da nossa cultura! Como será que seriam os resultados de uma pesquisa assim no Brasil?
A Campanha "Play Smart, Play Safe", promovida pela empresa, entrevistou pais e filhos sobre o uso de videogame. O resultado mostra que 75% dos pais acham que há benefícios para os filhos e para a família no uso de videogames. É isso mesmo, para a família!
Há outros resultados interessantes: 61% dos pais concordam que games são uma ótima experiência social, 52% sentem que videogames ajudam a unir a família (olá, Wii) e 80% acham que os videogames são uma parte vital da diversão em casa (devem ter descoberto o Winning Eleven).
Sabem aquela classificação indicativa para os games? 73% dos pais responderam que conhecem isso. E mais: 94% sentem-se responsáveis por checar a classificação dos games que os filhos jogam (GTA é para maiores, alguém checou isso?).
Os filhos também se preocupam. 47% dos que responderam disseram achar que os pais não verificam o suficiente se os jogos são apropriados para sua idade. E mais: 69% querem que os pais sejam mais proativos para saber se os jogos são apropriados para eles (alô, pais!).
Sobre jogos online, 45% dos pais disseram preocupar-se com as pessoas que os filhos se relacionam online. Mas entre os filhos, 95% responderam que nunca encontraram nada que os preocupou ou assustou enquanto jogavam na internet.
Parece mesmo que o videogame está finalmente sendo reconhecido como parte da nossa cultura! Como será que seriam os resultados de uma pesquisa assim no Brasil?
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